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Aula inaugural do PGCS-UFES com Luiz Augusto Campos (IESP-UERJ)

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal do Espírito Santo (PGCS-UFES) convida a comunidade acadêmica para sua Aula Inaugural de 2026.

Palestrante: Prof. Dr. Luiz Augusto Campos (IESP-UERJ)
Tema: O impacto das cotas: duas décadas de ação afirmativa no ensino superior brasileiro

Data: 24 de março de 2026
Horário: 18h
Local: Auditório do IC-II (CCHN-UFES)

O Projeto de Extensão "PROCESSO GLOBAL DE PRODUÇÃO DO CAPITAL E LUTA DE CLASSES" convida para participar do ciclo de debates:

 
LULISMO: PROBLEMATIZAÇÃO HISTÓRICO-TEÓRICA
 
Pelo Professor Aluizio Lins Leal (professor aposentado da Universidade Federal do Pará)
 
Datas: 03, 16, 23 e 30 de março
Horário: 15h (horário de Brasília)
Plataforma: Google Meet
 
O encontro é aberto, não exige inscrição e será certificado ao final do relatório do projeto de extensão.
 
EIXOS E TEMAS QUE SERÃO DEBATIDOS AO LONGO DOS QUATRO ENCONTROS (03, 16, 23 e 30 de março):
  1. A reorganização sindical no pós-guerra e na Guerra Fria
  2. FSM, CIOSL e a disputa internacional pelo movimento operário
  3. Anticomunismo e conciliação de classes como estratégia política
  4. Ditaduras latino-americanas e reestruturação do capital
  5. A atuação da AFL-CIO na América Latina
  6. A engenharia política da representação sindical (Golbery, Paulo Vilares, e a formatação de lideranças)
  7. A Greve da Aços Vilares x COFAP e a utilidade da liderança grevista
  8. A formação internacional do operariado, e o caso ABC
  9. A ação do DOPS, a informação como instrumento estratégico, e a prisão de grevistas, como estratégia aparencial de contrôle da ordem política 
  10. A busca da ascensão política da representação do operariado, e o aval do poder global 
  11. A "Carta ao Povo Brasileiro" e o pacto com o Capital
  12. A coalizão com a direita como condição para a ascensão ao Poder
  13. Os limites políticos ao projeto popular
  14. A Reforma da Previdência como expressão política, e a ruptura à esquerda
  15. O clientelismo, a reprodução das práticas políticas tradicionais, e a corrupção como expressão de Poder
  16. O Mensalão como expressão da prática política
  17. A evolução da prática da corrupção como resultado da contradição do projeto político "o PETROLÃO"
  18. O Ambientalismo neoliberal como bandeira de ação 
  19. A privatização das florestas como política de govêrno
  20. A disputa interna por poder como expressão de projeto político – o caso *Unidos pelo Brasil*
  21. A Amazônia como fronteira de valorização - e outras temáticas

Meta de 95% de respondes atingida no Censo Capes da Pós-Graduação

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFES agradece a todos os docentes, discentes e pós-doutorandos pelo engajamento no Censo Capes da Pós-Graduação, atingindo a meta de 95% de respondentes. 
A iniciativa oferecerá subsídios para a tomada de decisões e a formulação de políticas públicas, com ênfase especial em ações afirmativas e inclusivas, contribuindo para o aperfeiçoamento contínuo do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG).

Curso “Leitores(as) de O Capital – Livro I”

O projeto de extensão Processo Global de Produção do Capital e Luta de Classes, desenvolvido na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) – Departamento de Ciências Sociais -  integra uma ação interinstitucional ampliada de estudos sistemáticos da obra O Capital, de Karl Marx. A iniciativa articula universidades públicas brasileiras por meio de projetos de extensão e grupos de pesquisa dedicados à formação crítica e ao aprofundamento da crítica da economia política.

No âmbito dessa articulação em rede, será ofertado o Curso de Extensão “Leitores/as de O Capital – Livro I”, reunindo docentes de diversas instituições federais que compõem essa parceria acadêmica, entre elas UFRGS, UFES, UnB, UFMT, UFPA, UFT e UFF.

O curso terá início em 08 de abril de 2026 e seguirá até 21 de outubro de 2026, com encontros síncronos quinzenais, às quartas-feiras, das 9h30 às 11h30.

As atividades serão realizadas em plataforma online (Google Meet), possibilitando a participação de estudantes e interessados de diferentes regiões do país.

A proposta é formar leitores e leitoras capazes de compreender os fundamentos da crítica da economia política desenvolvida por Marx, especialmente os conceitos centrais do Livro I, como mercadoria, valor, mais-valia, jornada de trabalho e acumulação do capital. A leitura será coletiva e orientada por professores pesquisadores integrantes da rede interinstitucional, promovendo diálogo qualificado e reflexão crítica sobre as dinâmicas estruturais da sociedade contemporânea.

O curso é aberto à comunidade acadêmica e ao público em geral e contará com certificação de 86 horas para os participantes que cumprirem os critérios de frequência e participação.

As inscrições estarão abertas de 02 de março a 21 de março de 2026, por meio do site da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS (PROREXT).

🔗 Link para inscrição: https://www.ufrgs.br/prorext

📧 Contato: lermarx.2026 [at] gmail.com

A iniciativa reafirma a extensão universitária como espaço público de formação intelectual, democratização do conhecimento e articulação interinstitucional, fortalecendo a construção de uma rede permanente de estudos sobre a obra de Marx nas universidades públicas brasileiras.

Promover a leitura sistemática de O Capital, de Karl Marx, no interior da universidade pública, no contexto atual, significa reafirmar o compromisso da instituição com a formação crítica, rigorosa e socialmente referenciada. Longe de ser a retomada meramente histórica de um clássico do século XIX, trata-se de oferecer instrumentos teóricos fundamentais para compreender os processos sociais contemporâneos em sua complexidade estrutural.

Vivemos uma época marcada por profundas transformações no mundo do trabalho e nas relações sociais. O avanço acelerado das tecnologias digitais, da inteligência artificial e da automação tem reorganizado os processos produtivos, ampliado a produtividade e alterado as formas de exploração e controle do trabalho. Ao mesmo tempo, observamos o crescimento do desemprego estrutural, do subemprego, da informalidade e da instabilidade laboral. A promessa de que o progresso tecnológico reduziria o tempo de trabalho e ampliaria o tempo livre não se concretizou de maneira universal; ao contrário, o que se verifica é a intensificação dos ritmos de trabalho, a ampliação de metas e o aumento da pressão sobre trabalhadores e trabalhadoras.

As crises econômicas contemporâneas — financeiras, produtivas, energéticas e sociais — evidenciam contradições que não podem ser compreendidas apenas por fatores conjunturais. A concentração e a centralização do capital, a financeirização da economia e a ampliação das desigualdades exigem uma análise estrutural sobre como a riqueza social é produzida, apropriada e distribuída. O Capital fornece categorias fundamentais para entender como as crises emergem das próprias dinâmicas internas do sistema e como se articulam produção, circulação e poder.

Além disso, a atualidade da obra se revela também na questão ambiental. A expansão permanente da acumulação capitalista está diretamente relacionada à exploração intensiva da natureza, à expropriação de territórios, à devastação ambiental e às crises climáticas. A busca incessante por crescimento e valorização do capital pressiona recursos naturais, reorganiza territórios e aprofunda conflitos socioambientais. A leitura de O Capital permite compreender que a crise ecológica não é apenas resultado de falhas técnicas ou comportamentais, mas está vinculada à lógica histórica de produção e apropriação da riqueza.

No plano geopolítico, a análise torna-se igualmente indispensável. A América Latina ocupa posição estratégica no sistema internacional como fornecedora de matérias-primas, energia, alimentos e biodiversidade. Os processos históricos de colonialismo, dependência e imperialismo estruturam formas de inserção subordinada da região na divisão internacional do trabalho. A disputa contemporânea por recursos minerais estratégicos, terras raras, petróleo, água e alimentos recoloca a região no centro das tensões geopolíticas globais. Ler O Capital possibilita compreender como a expansão do capital se articula à apropriação internacional de recursos materiais, à formação de blocos de poder e às relações desiguais entre centro e periferia.

A leitura da obra também ilumina fenômenos sociais centrais da atualidade, como o encarceramento em massa, a criminalização da pobreza, as políticas de controle social e as desigualdades estruturais de gênero, raça, etnia, entre outros.  Esses processos não podem ser analisados isoladamente; estão articulados às formas históricas de organização do trabalho, à divisão social da produção e às dinâmicas de poder que atravessam a sociedade.

Num cenário marcado pela circulação acelerada de informações e pela cultura do imediatismo, a leitura aprofundada de uma obra complexa como O Capital representa também a defesa do tempo da reflexão, do estudo rigoroso e da formação intelectual sólida. Trata-se de fortalecer a capacidade analítica, a argumentação fundamentada e a compreensão histórica das transformações sociais.

Ler O Capital hoje é interrogar o presente com densidade teórica: por que a produtividade cresce enquanto a desigualdade se amplia? Por que a tecnologia avança e o trabalho se torna mais precário? Por que as crises ambientais se intensificam? Por que a América Latina permanece em posição estratégica e disputada no cenário internacional? Por que as crises econômicas se repetem? Essas questões permanecem centrais para compreender o desenvolvimento das relações sociais contemporâneas.

A universidade pública, enquanto espaço de produção de conhecimento e formação cidadã, deve oferecer instrumentos que permitam enfrentar tais desafios em sua dimensão histórica, econômica, ambiental e geopolítica. Promover um curso de leitura de O Capital é, portanto, reafirmar a função pública da universidade: formar sujeitos críticos, capazes de compreender a totalidade das relações sociais e contribuir para o debate qualificado sobre os dilemas sociais, políticos e estruturais do nosso tempo. Sobretudo formar sujeitos críticos para a construção de respostas qualificadas e comprometidas com a transformação social.

Raquel Sabará
Professora – Departamento de Ciências Sociais / UFES
Coordenadora do projeto de extensão Processo Global de Produção do Capital e Luta de Classes.

O Projeto de Extensão "PROCESSO GLOBAL DE PRODUÇÃO DO CAPITAL E LUTA DE CLASSES" convida para participar do ciclo de debates:

 
LULISMO: PROBLEMATIZAÇÃO HISTÓRICO-TEÓRICA
 
Pelo Professor Aluizio Lins Leal (professor aposentado da Universidade Federal do Pará)
 
Datas: 03, 16, 23 e 30 de março
Horário: 15h (horário de Brasília)
Plataforma: Google Meet
 
O encontro é aberto, não exige inscrição e será certificado ao final do relatório do projeto de extensão.
 
EIXOS E TEMAS QUE SERÃO DEBATIDOS AO LONGO DOS QUATRO ENCONTROS (03, 16, 23 e 30 de março):
  1. A reorganização sindical no pós-guerra e na Guerra Fria
  2. FSM, CIOSL e a disputa internacional pelo movimento operário
  3. Anticomunismo e conciliação de classes como estratégia política
  4. Ditaduras latino-americanas e reestruturação do capital
  5. A atuação da AFL-CIO na América Latina
  6. A engenharia política da representação sindical (Golbery, Paulo Vilares, e a formatação de lideranças)
  7. A Greve da Aços Vilares x COFAP e a utilidade da liderança grevista
  8. A formação internacional do operariado, e o caso ABC
  9. A ação do DOPS, a informação como instrumento estratégico, e a prisão de grevistas, como estratégia aparencial de contrôle da ordem política 
  10. A busca da ascensão política da representação do operariado, e o aval do poder global 
  11. A "Carta ao Povo Brasileiro" e o pacto com o Capital
  12. A coalizão com a direita como condição para a ascensão ao Poder
  13. Os limites políticos ao projeto popular
  14. A Reforma da Previdência como expressão política, e a ruptura à esquerda
  15. O clientelismo, a reprodução das práticas políticas tradicionais, e a corrupção como expressão de Poder
  16. O Mensalão como expressão da prática política
  17. A evolução da prática da corrupção como resultado da contradição do projeto político "o PETROLÃO"
  18. O Ambientalismo neoliberal como bandeira de ação 
  19. A privatização das florestas como política de govêrno
  20. A disputa interna por poder como expressão de projeto político – o caso *Unidos pelo Brasil*
  21. A Amazônia como fronteira de valorização - e outras temáticas

Curso “Leitores(as) de O Capital – Livro I”

O projeto de extensão Processo Global de Produção do Capital e Luta de Classes, desenvolvido na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) – Departamento de Ciências Sociais -  integra uma ação interinstitucional ampliada de estudos sistemáticos da obra O Capital, de Karl Marx. A iniciativa articula universidades públicas brasileiras por meio de projetos de extensão e grupos de pesquisa dedicados à formação crítica e ao aprofundamento da crítica da economia política.

No âmbito dessa articulação em rede, será ofertado o Curso de Extensão “Leitores/as de O Capital – Livro I”, reunindo docentes de diversas instituições federais que compõem essa parceria acadêmica, entre elas UFRGS, UFES, UnB, UFMT, UFPA, UFT e UFF.

O curso terá início em 08 de abril de 2026 e seguirá até 21 de outubro de 2026, com encontros síncronos quinzenais, às quartas-feiras, das 9h30 às 11h30.

As atividades serão realizadas em plataforma online (Google Meet), possibilitando a participação de estudantes e interessados de diferentes regiões do país.

A proposta é formar leitores e leitoras capazes de compreender os fundamentos da crítica da economia política desenvolvida por Marx, especialmente os conceitos centrais do Livro I, como mercadoria, valor, mais-valia, jornada de trabalho e acumulação do capital. A leitura será coletiva e orientada por professores pesquisadores integrantes da rede interinstitucional, promovendo diálogo qualificado e reflexão crítica sobre as dinâmicas estruturais da sociedade contemporânea.

O curso é aberto à comunidade acadêmica e ao público em geral e contará com certificação de 86 horas para os participantes que cumprirem os critérios de frequência e participação.

As inscrições estarão abertas de 02 de março a 21 de março de 2026, por meio do site da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS (PROREXT).

🔗 Link para inscrição: https://www.ufrgs.br/prorext

📧 Contato: lermarx.2026 [at] gmail.com

A iniciativa reafirma a extensão universitária como espaço público de formação intelectual, democratização do conhecimento e articulação interinstitucional, fortalecendo a construção de uma rede permanente de estudos sobre a obra de Marx nas universidades públicas brasileiras.

Promover a leitura sistemática de O Capital, de Karl Marx, no interior da universidade pública, no contexto atual, significa reafirmar o compromisso da instituição com a formação crítica, rigorosa e socialmente referenciada. Longe de ser a retomada meramente histórica de um clássico do século XIX, trata-se de oferecer instrumentos teóricos fundamentais para compreender os processos sociais contemporâneos em sua complexidade estrutural.

Vivemos uma época marcada por profundas transformações no mundo do trabalho e nas relações sociais. O avanço acelerado das tecnologias digitais, da inteligência artificial e da automação tem reorganizado os processos produtivos, ampliado a produtividade e alterado as formas de exploração e controle do trabalho. Ao mesmo tempo, observamos o crescimento do desemprego estrutural, do subemprego, da informalidade e da instabilidade laboral. A promessa de que o progresso tecnológico reduziria o tempo de trabalho e ampliaria o tempo livre não se concretizou de maneira universal; ao contrário, o que se verifica é a intensificação dos ritmos de trabalho, a ampliação de metas e o aumento da pressão sobre trabalhadores e trabalhadoras.

As crises econômicas contemporâneas — financeiras, produtivas, energéticas e sociais — evidenciam contradições que não podem ser compreendidas apenas por fatores conjunturais. A concentração e a centralização do capital, a financeirização da economia e a ampliação das desigualdades exigem uma análise estrutural sobre como a riqueza social é produzida, apropriada e distribuída. O Capital fornece categorias fundamentais para entender como as crises emergem das próprias dinâmicas internas do sistema e como se articulam produção, circulação e poder.

Além disso, a atualidade da obra se revela também na questão ambiental. A expansão permanente da acumulação capitalista está diretamente relacionada à exploração intensiva da natureza, à expropriação de territórios, à devastação ambiental e às crises climáticas. A busca incessante por crescimento e valorização do capital pressiona recursos naturais, reorganiza territórios e aprofunda conflitos socioambientais. A leitura de O Capital permite compreender que a crise ecológica não é apenas resultado de falhas técnicas ou comportamentais, mas está vinculada à lógica histórica de produção e apropriação da riqueza.

No plano geopolítico, a análise torna-se igualmente indispensável. A América Latina ocupa posição estratégica no sistema internacional como fornecedora de matérias-primas, energia, alimentos e biodiversidade. Os processos históricos de colonialismo, dependência e imperialismo estruturam formas de inserção subordinada da região na divisão internacional do trabalho. A disputa contemporânea por recursos minerais estratégicos, terras raras, petróleo, água e alimentos recoloca a região no centro das tensões geopolíticas globais. Ler O Capital possibilita compreender como a expansão do capital se articula à apropriação internacional de recursos materiais, à formação de blocos de poder e às relações desiguais entre centro e periferia.

A leitura da obra também ilumina fenômenos sociais centrais da atualidade, como o encarceramento em massa, a criminalização da pobreza, as políticas de controle social e as desigualdades estruturais de gênero, raça, etnia, entre outros.  Esses processos não podem ser analisados isoladamente; estão articulados às formas históricas de organização do trabalho, à divisão social da produção e às dinâmicas de poder que atravessam a sociedade.

Num cenário marcado pela circulação acelerada de informações e pela cultura do imediatismo, a leitura aprofundada de uma obra complexa como O Capital representa também a defesa do tempo da reflexão, do estudo rigoroso e da formação intelectual sólida. Trata-se de fortalecer a capacidade analítica, a argumentação fundamentada e a compreensão histórica das transformações sociais.

Ler O Capital hoje é interrogar o presente com densidade teórica: por que a produtividade cresce enquanto a desigualdade se amplia? Por que a tecnologia avança e o trabalho se torna mais precário? Por que as crises ambientais se intensificam? Por que a América Latina permanece em posição estratégica e disputada no cenário internacional? Por que as crises econômicas se repetem? Essas questões permanecem centrais para compreender o desenvolvimento das relações sociais contemporâneas.

A universidade pública, enquanto espaço de produção de conhecimento e formação cidadã, deve oferecer instrumentos que permitam enfrentar tais desafios em sua dimensão histórica, econômica, ambiental e geopolítica. Promover um curso de leitura de O Capital é, portanto, reafirmar a função pública da universidade: formar sujeitos críticos, capazes de compreender a totalidade das relações sociais e contribuir para o debate qualificado sobre os dilemas sociais, políticos e estruturais do nosso tempo. Sobretudo formar sujeitos críticos para a construção de respostas qualificadas e comprometidas com a transformação social.

Raquel Sabará
Professora – Departamento de Ciências Sociais / UFES
Coordenadora do projeto de extensão Processo Global de Produção do Capital e Luta de Classes.

Seminário - Políticas do clima: entre ideias, mundos e mobilizações

Participe do Seminário Políticas do Clima – Entre ideias, mundos e mobilizações, que acontecerá nos dias 23, 24 e 25 de março.

Serão três dias de debates, conferências, mesas temáticas, minicursos e apresentações que articulam ciência, justiça climática, saberes tradicionais, arte e mobilização social. O encontro reunirá pesquisadoras(es), lideranças indígenas, artistas e integrantes de organizações da sociedade civil em uma programação plural e interdisciplinar.

ATENÇÃO ESTUDANTES DO CURSOS DE CIÊNCIAS SOCIAIS: CONVOCAÇÃO PARA REUNIÃO

 
A Coordenação do curso de Ciências Sociais convoca discentes habilitados/as para as disciplinas Estágio Supervisionado I e II (no semestre de 2026/1), e também aqueles/as interessados em realizar estágios não-obrigatórios, para uma reunião conjunta com:
 
- A Coordenação de Curso;
- A Coordenadora de Estágio, Profa. Raquel Sabará;
- A Supervisora de Estágio, Profa. Cleyde Amorim;
- A Secretaria Integrada de Colegiados (SIC).
 
DATA DA REUNIÃO: 11/02/2026 (quarta-feira)
HORÁRIO: 17h-18:30h
 
A reunião acontecerá de forma híbrida (presencial e online):
Presencial: Prédio Wallace Corradi, sala 106, CCHN, atrás da cantina do Onofre
 
Pauta da reunião:
- Esclarecimentos sobre como solicitar e realizar estágios: obrigatórios e não-obrigatórios;
- Documentos e trâmites burocráticos necessários para quem deseja realizar estágios;
- Estágios no âmbito da formação em Licenciatura;
- Supervisão dos estágios nas escolas.
- Suporte da SIC para essa demanda.
 
Contamos com o apoio na divulgação e participação!

Processo Seletivo - Bolsa Doutorado Sanduíche 2024-2025 (Edital n° 04/2024)

Edital Doutorado Sanduíche 2024 - PDSE/PGCS

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PGCS) da UFES anuncia a abertura do processo seletivo para a Bolsa Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE), conforme Edital nº 04/2024. Esta é uma oportunidade única para os/as discentes de doutorado realizarem parte de suas pesquisas em instituições internacionais de excelência, promovendo o enriquecimento acadêmico e cultural.

Defesa de Tamyres Batista Costa

Título: “Honrar a navalha”: “mistura” e diferença a partir da biomitografia de Santília de Ayrá

Candidato: Tamyres Batista Costa

Data: 24/02/2026 às 14h
Link: https://meet.google.com/srs-qxag-uqu

Banca examinadora:
Prof. Dr. Osvaldo Martins de Oliveira (UFES)

Orientador e Presidente da Sessão

Prof. Dr. Sandro José da Silva (UFES)
Examinador Interno

Defesa de Julio Cesar Brambila Mota

Título: Impulsionamento de anúncios nas redes sociais impacta o desempenho eleitoral? Uma análise das eleições municipais de 2024

Candidato: Julio Cesar Brambila Mota

Data: 23/02/2026 às 14h
Link: https://meet.google.com/jsj-veck-rfc

Banca examinadora:
Prof. Dr. Maurício Yoshida Izumi (UFES)

Orientador e Presidente da Sessão

Defesa de Tese de Rebeca Mathias Lins

Título: O licenciamento ambiental como lócus para a diplomacia entre coletivos humanos e não humanos: reflexões sobre teoria e prática

Candidata: Rebeca Mathias Lins

Data: 15/12/2025 às 14h
Link: https://meet.google.com/qfk-parm-gid

Banca examinadora:
Profa. Dra. Cristiana Losekann(UFES)
Orientadora e Presidente da Sessão

Defesa de Tese de Rovana Patrocinio Ribeiro

Título: "JUVENTUDES, PRIVATIZAÇÃO DO CUIDADO E MODOS DE RESISTÊNCIA: UMA EXPERIÊNCIA DO CENTRO DE REFERÊNCIA DAS JUVENTUDES DO ESPÍRITO SANTO"

Candidata: Rovana Patrocinio Ribeiro

Data: 08/12/2025, às 16h

Local: Sala 208 do prédio Bárbara Weinberg/CCHN/UFES

 

Banca examinadora:

Prof. Dr. Sandro José da Silva (UFES)

Orientador e Presidente da Sessão

 

Transparência Pública
Acesso à informação

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