“A caminho da civilização”: viajantes e povos indígenas no Brasil do século XIX

Nome: IZADORA DE SOUZA VIEIRA

Data de publicação: 29/08/2025

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
GEOVANA TABACHI SILVA Examinador Externo
PATRICIA PEREIRA PAVEIS Examinador Interno
SANDRO JOSE DA SILVA Presidente

Resumo: O presente trabalho consiste na descrição da produção do conhecimento sobre os povos
indígenas no Brasil, sob a ótica dos viajantes naturalistas. A presente dissertação toma a
experiência do Botocudo Kuêk, ou Joachim Quack (1804-1834), e os trabalhos do viajante
naturalista, Maximiliano zu Wied Neuwied (1782-1867). O objeto de análise que subsidia a
dissertação trata do trabalho de imaginação dos viajantes sobre as sociedades indígenas, mais
especificamente, colonial que se entende à uma perspectiva que oscila entre a dominação e
proteção, da qual o sequestro das crianças indígenas são o seu ponto de inflexão. A retomada
da “etno-biografia” (REVEL, 1998:22) insere-se nas discussões sobre jogos de força e
interdependência, tendo como fio condutor o elo entre o contexto colonial e a produção da
política tutelar, que orienta a análise do lugar do indígena na produção do conhecimento, nas
construções de alteridade e nos acionamentos de agências. Por meio da revisão bibliográfica,
busco descrever como a alteridade aparece nas obras dos viajantes-naturalistas e nos ajuda a
encontrar a constituição de um saber sobre a fundação da nação.

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