Vaga para estágio para graduando em Ciências Sociais

Agronegócio e agrotóxicos versus agricultura familiar e alimentos orgânicos

Agrotóxicos vs. orgânicos - Produzida a partir de controvérsias que circulam na mídia pela professora da Universidade Federal do Espírito Santo e pesquisadora em Sociologias da Saúde, Ambiental e da Alimentação, Elaine de Azevedo, esta série pretende analisar as dimensões éticas, sociais, econômicas, políticas, ambientais e de saúde implícitas a esses dois sistemas agroalimentares que não encontram sintonia entre si porque têm diferentes objetivos que precisam ser compreendidos. 

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Departamento de Ciências Sociais convida

Com imensa satisfação convidamos para as Conversas Indisciplinares - edição junho de 2019 que terá como tema "O ocaso da política ambiental no Brasil", com as convidadas Cristiana Losekann (Dcso-Ufes) e Daniela Meireles (Fase - ES). O evento será realizado amanhã dia 06 de junho no Auditório do IC-2, a partir das 18:30 horas. Esperamos vocês lá.

Veja o cartaz do evento.

CADECS : chamada para dossiê - Antropologia gráfica: os movimentos de observar, descrever e fazer

O presente dossiê aceitará contribuições que busquem refletir, teórica, metodológica e/ou experimentalmente, sobre as potencialidades da chamada “antropografia” (Ingold, 2015), que poderá ser composta por e nas intersecções entre escrita, fotografia, desenho, filme etnográfico e as mais diversas formas de expressão, na composição do saber antropológico.

Quais as formas que a Antropologia contemporânea busca para ler a vida daqueles que ela se propõe a pesquisar? Ler quer dizer reunir, assim, contar a vida e suas experiências não se restringe apenas em expressá-la por meio da escrita, pois como poderíamos exprimir oralidades, relatar o que foi visto, ouvido e sentido usando apenas palavras? Que recursos são utilizados pelos antropólogos para expressar as suas investigações? Escrever, etimologicamente scribere, quer dizer cortar, fazer uma incisão. Como lemos os mundos narrados que pesquisamos? Pensamos que a própria letra é imagem, mas também refletimos sobre a oralidade e as suas potências narrativas, no uso das imagens fotográficas, na captação de sons, desenhos, mapas, costuras e bordados, como maneiras de narrar a vida e como práticas que se encontram, dialogam, complementam-se. Tanto grafar com palavras ou com outras formas de expressão revelam novas possibilidades de narrar e de fazer narrar.

O intuito dessa chamada é aproximar tais potencialidades para que tenhamos uma paisagem dessas expressões nas práticas antropológicas atuais. Ao considerar que é comum pensar a Antropologia enquanto disciplina a partir das suas várias subdivisões, caixas epistêmicas moldadas quase hermeticamente para que não se contaminem com as demais, mostra-se potente e instigante refletir e desmontar o dualismo clássico entre escrita e imagem ou, em outros termos, tensionar a distinção entre uma antropologia do visual e uma antropologia supostamente da escrita. Para Anne Marie Christin, por exemplo, a escrita “é uma dupla imagem”: a de uma figura que se oferece ao nosso olhar e a de uma tela branca – outra imagem (o suporte) – sem a qual a “figura” não poderia emergir (2012, p. 13). Além dela, Tim Ingold (2015) chama a atenção para o fato das letras do alfabeto romano também possuírem tal ligação visual/espacial com determinado objeto, ao nos contar a história da letra “A” maiúscula, cujo “pequeno gesto e a marca gráfica deixam atrás de si um peso de precedente histórico que se estende por muitos milênios” (2015 [2011], p. 269). Assim, Ingold (2015, p. 261-262) nos presenteia com o instigante conceito de “antropografia” (ou “antropologia gráfica”), algo capaz de acoplar os movimentos de “fazer, observar e descrever” com uma boa medida de “improvisação criativa”. O autor propõe que possamos “escapar da polaridade da imagem e do texto, e mais uma vez restaurar a disciplina da antropologia para a vida”.

PRAZO PARA ENVIO DE ORIGINAIS: 02 DE AGOSTO 2019

Organizadores: Cristina Maria da Silva (Rastros Urbanos/UFC); Alexsânder Nakaóka Elias (LA’GRIMA/Unicamp)

Cadecs - Chamada para o Dossiê "Animais e Antropologia"

O Cadecs, periódico do PGCS, abre chamada para a publicação do Dossiê "Animais e Antropologia" e convida os interessados a submeterem artigos.

Prazo final para o envio dos originais: 15 de ABRIL de 2019

Sinopse do dossiê: O campo das relações humano-animal, ou Animal Studies, teria emergido na década de 1970 em meio a movimentos de proteção animal que, não obstante, remontam ao século XIX. Na verdade, os animais participam das análises antropológicas há muito tempo. Algumas análises identificaram dois paradigmas correntes: um que pode ser chamado de materialista, em busca do animal “real”; e outro semiótico, pós-estruturalista ou simbólico, em busca de representações. Mais recentemente, a emergência de reflexões sobre o perspectivismo ameríndio realçou a centralidade dos animais em aspectos da vida religiosa e cosmológica de populações ameríndias, com um forte impacto nas conhecidas relações entre natureza e cultura. O presente dossiê pretende ser um espaço para reflexões teóricas e pesquisas empíricas acerca das relações entre animais humanos e não humanos, a partir de um viés antropológico. Serão aceitos trabalhos tanto sobre as percepções simbólicas quanto sobre relações concretas materiais entre ambos. Entre eles, destacam-se produções voltadas aos animais de estimação, de abate, de tração, animais da fauna silvestre brasileira ou estrangeira, caça, criações, rinhas, concursos, turismo, animais de laboratório; em meio urbano, rural ou entre populações ameríndias e mesmo fora do continente americano; relações cotidianas, científicas, religiosas, alimentares, ideológicas, morais, artísticas, legislação, políticas públicas, saúde, entre outras possibilidades serão bem-vindas.

Organizadores: Andréa Osório (UFF); Flávio Leonel Abreu da Silveira (UFPA)

RESULTADO FINAL DO PROCESSO DE SELEÇÃO AO DOUTORADO EM CIÊNCIAS SOCIAIS (PGCS) - EDITAL - 06/2018

Chamada para o Dossiê "Animais e Antropologia" para o CADECS.

O campo das relações humano-animal, ou Animal Studies, teria emergido na década de 1970 em meio a movimentos de proteção animal que, não obstante, remontam ao século XIX. Na verdade, os animais participam das análises antropológicas há muito tempo. Algumas análises identificaram dois paradigmas correntes: um que pode ser chamado de materialista, em busca do animal “real”; e outro semiótico, pós-estruturalista ou simbólico, em busca de representações. Mais recentemente, a emergência de reflexões sobre o perspectivismo ameríndio realçou a centralidade dos animais em aspectos da vida religiosa e cosmológica de populações ameríndias, com um forte impacto nas conhecidas relações entre natureza e cultura. O presente dossiê pretende ser um espaço para reflexões teóricas e pesquisas empíricas acerca das relações entre animais humanos e não humanos, a partir de um viés antropológico. Serão aceitos trabalhos tanto sobre as percepções simbólicas quanto sobre relações concretas materiais entre ambos. Entre eles, destacam-se produções voltadas aos animais de estimação, de abate, de tração, animais da fauna silvestre brasileira ou estrangeira, caça, criações, rinhas, concursos, turismo, animais de laboratório; em meio urbano, rural ou entre populações ameríndias e mesmo fora do continente americano; relações cotidianas, científicas, religiosas, alimentares, ideológicas, morais, artísticas, legislação, políticas públicas, saúde, entre outras possibilidades serão bem-vindas.

Prazo final de envio de originais: 15 de março de 2019.

Organizadores: Andréa Osório (UFF); Flávio Leonel Abreu da Silveira (UFPA)

RESULTADO DA AVALIAÇÃO DAS AGUIÇÕES PARA SELEÇÃO AO DOUTORADO/2019 EM CIÊNCIAS SOCIAIS (PGCS)

Edital PGCS 06/2018 - Doutorado - Turma de 2019

Edital RETIFICADO de Abertura do Processo de Seleção para o Ingresso em 2019 no Curso de Doutorado em Ciências Sociais, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PGCS) da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

Clique aqui para acessar o edital RETIFICADO - em 20 de dezembro de 2018

PGCS recruta monitores graduandos para o III Seminário de Ciências Sociais.

O Programa de pós-graduação em ciências sociais recruta monitores para atuarem na organização do III Seminário de Ciências Sociais.

A atividade dará direito a certificado de participação.

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