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Resultado da avaliação das propostas de trabalho dos candidatos ao mestrado.

Resultado das propostas de trabalho da seleção do PGCS para 2017.

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Nota de Repúdio à MP que reforma o Ensino Médio

Nós, docentes do Departamento de Ciências Sociais da UFES, repudiamos a Medida Provisória editada na data de ontem, 22 de setembro de 2016, pelo presidente Michel Temer, decretada sem diálogo com a sociedade, educadores e estudantes.

A MP, dentre outros ataques à educação, não esclarece sobre o componente curricular de Sociologia e sobre a sua continuidade enquanto disciplina obrigatória no Ensino Médio.

Ainda que o Ministério da Educação tenha publicado nota que afirma que nenhuma disciplina deixará de ser obrigatória, nenhum substitutivo da MP foi apresentado até o momento.

A licenciatura em Ciências Sociais está em processo de consolidação após uma longa luta travada pela reinserção da Sociologia como disciplina obrigatória no Ensino Médio, de onde fora retirada pela ditadura. Tal luta articulou associações profissionais, sindicatos e federações, sociedades científicas, associações de ensino e universidades em todo o Brasil e, após o esforço de anos, conseguiu fazer com que a disciplina voltasse à obrigatoriedade. O retorno da disciplina implicou o acesso a um conhecimento mais crítico e profundo da sociedade em que o estudante do Ensino Médio está inserido, permitindo-lhe exercer de forma mais consistente a sua condição de cidadão.

O Estado Brasileiro, ao autorizar a reinserção da disciplina no Ensino Médio, criou expectativas de investimentos, de tempo e de dinheiro a profissionais e futuros profissionais dessa área. Ao destituir a obrigatoriedade de tal disciplina, abre a possibilidade de prejuízos gigantescos na vida de jovens que almejavam exercer a profissão como professores. Quem arcará com esse prejuízo? 

E, ainda que Michel Temer e o ministro da Educação, Mendonça Filho, voltem atrás no que diz respeito à disciplina de Sociologia, há outros pontos, como o que desobriga a formação em licenciatura para a atuação como professor, tendo implicação direta sobre a qualidade da educação, os atuais cursos em nível superior e a sociedade como um todo.

Seleção PGCS - Lista das inscrições deferidas

O PGCS divulga a lista das inscrições deferidas para a seleção da turma de 2017. 

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PGCS - Resultado dos Pedidos de Isenção da Taxa para Inscrição no Processo Seletivo

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais divulga o resultado dos pedidos de isenção da taxa para inscrição no processo seletivo 2016/2017.

Resultado dos pedidos de isenção de taxa - PGCS - Edital 01/2016

Measuring Presidential Dominance over Cabinets in Presidential Systems: Constitutional Design and Power Sharing

Informamos a publicação do artigo Measuring Presidential Dominance over Cabinets in Presidential Systems: Constitutional Design and Power Sharing. O texto é de autoria de Victor Araújo, Thiago Silva e Marcelo Vieira, e está disponível no número mais recente da Brazilian Political Science Review.

Clique aqui para acessar o artigo.

 

Chamada para artigos: Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais - BIB

Dossiê: “Movimentos sociais, sociedade civil e participação”

Organizadores: José Szwako (IESP/UERJ); Euzeneia Carlos (UFES); Monika Dowbor (Unisinos)

Chamada

O debate brasileiro sobre movimentos sociais carrega consigo um traço constante e insuspeito: as apostas projetadas e os desafios políticos colocados a esses personagens voltam, a cada conjuntura, com novos nomes e noções. Foi assim na transição democrática, quando movimentos populares, especialmente os de índole urbana e periférica, foram lidos como portadores do novo e da transformação social. No contexto pós-1988, pelas mãos de uma ‘nova sociedade civil’ chancelada normativamente, a participação começou a ganhar fôlego e a se institucionalizar gradualmente. A chegada do Partido dos Trabalhadores ao governo federal, em 2003, colocou desafios de monta às táticas e estratégias dos movimentos sociais, atualizando apostas e simultaneamente lhes desencantando e reencantando. Mais recentemente, o ciclo de protestos de 2013 reacendeu as apostas na emancipação e na transformação social que, em algo, lembram os idos anos 1980... De frente para tudo isso, nossas Ciências Sociais não deixaram de investir na interpretação dos atores, coletivos e redes da sociedade civil brasileira. Os ganhos em refinamento metodológico assim como os avanços analíticos também conquistados ao longo dessas décadas dão pistas de uma sub-área que, na interface entre Sociologia, Antropologia e Ciência Política, tem se fortalecido e renovado teoricamente. Prova da criatividade coletiva distintiva das pesquisas sobre movimentos sociais pode ser vista, por exemplo, na negação de disjuntivas típicas de outrora: “conflito ou consenso”; “autonomia versus cooptação”; “contestação versus institucionalização”. É dessa produtividade criativa que trata o Dossiê “Movimentos sociais, sociedade civil e participação”. A partir de diversos recortes e entradas, incentivamos análises de cunho bibliográfico e temático dedicadas aos caminhos, avanços e limites teórico-analíticos e metodológicos que vêm estruturando o debate brasileiro e internacional sobre movimentos sociais.

Instruções aos autores

http://portal.anpocs.org/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=631&Itemid=437

Prazo limite para submissão: 12 de novembro de 2016.

Adiamento da Aula Magna do PGCS, inicialmente prevista para 03/08/2016

O PGCS informa que, a pedido da professora convidada, Norma Valêncio, foi suspensa a aula inaugural prevista para o dia 03/08/2016. Oportunamente, uma nova data será divulgada.

Defesa de dissertação

Informamos a defesa de dissertação de Larissa de Albuquerque Silva.

Veja aqui mais dados sobre a defesa.

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